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Crianças de Albergaria-a-Velha, Aveiro e Sever do Vouga celebraram Dia Mundial do Ambiente

A  5 de junho, a AdRA – Águas da Região de Aveiro, S.A., em conjunto com a Águas do Vouga, a Associação de Municípios do Carvoeiro – Vouga e as Câmaras Municipais de Albergaria-a-Velha, Aveiro e Sever do Vouga, celebraram o Dia Mundial do Ambiente, no Centro das Artes do Espetáculo de Sever do Vouga (CAESV), com os alunos de 3 turmas do 3.º ano de escolaridade, vencedoras do concurso de expressão plástica “A importância da água”, dos 3 Municípios referidos. Este concurso de expressão plástica foi lançado às turmas do 3.º ano do 1.º ciclo dos Municípios Albergaria-a-Velha, Aveiro e Sever do Vouga, para elaborarem obras de arte que expressassem os seus sentimentos, atitudes, conhecimentos e preocupações relativamente à água, ao meio ambiente e ao município onde vivem. A turma vencedora de cada município ganhou um “bilhete” para uma “Viagem à Origem da Água da Torneira”, que teve lugar no dia 5 de junho.

 

Viagem à Origem da Água da Torneira
 

De manhã as crianças dos 3 municípios fizeram uma viagem no espaço e no tempo, ao assistir e participar numa peça de teatro encenada pela Pantopeia - Associação Cultural de Criação e Promoção Artística, intitulada Viagem à Origem da Água da Torneira. A “viagem” começa numa comum, e por isso, muitas vezes injustamente ignorada torneira, sempre pronta para ser aberta, como aquelas das nossas cozinhas e casas de banho. Era uma vez, uma terra feliz, onde tudo tudo, corria bem até… que a torneira deixou de funcionar. E a seguir a essa torneira, outras também secaram, até que todas as torneiras do país deixaram de funcionar. Já não há água no país Feliz e ninguém consegue resolver o problema. Os atores e o público tomam uma atitude e formam uma equipa de detetives. O que há por detrás da torneira? - pergunta um dos detetives, dando assim início à aventura.

 Viajam, assim, pelo atribulado percurso que a água tem de fazer, através de tubos, reservatórios, bombas e laboratórios, conhecendo também as mãos e os rostos das gentes que trabalham para que a água chegue em quantidade e com qualidade até nós, passam pelo leito seco do que outrora fora o rio onde abundava a água e começaram a subir subir, subir…até que chegam ao topo duma alta e cinzenta montanha de rocha, tão dura quanto fria. Numa pequena fenda na rocha vêm a marca esverdeada, um pequeno rasto, do que antes era um fiozinho de água, a nascente, a origem da água, da torneira. Estava seca. O calor e o cansaço e a descoberta deixa-os de rastos. Está tanto calor! Já não chove há tanto tempo.- diz um dos detetives. É isso! Precisamos de chuva. Descoberta a causa do problema e antes do final feliz, todos aprendemos a lição: a água, a origem da vida, o equilíbrio desse castelo de cartas que é a vida, assenta num frágil equilíbrio que depende em muito de nós para se manter de pé. Já à tarde, várias atividades lúdico-pedagógicas tiveram lugar no parque da Biblioteca Municipal, com especial destaque para a atividade intitulada “Árvore da Vida”: foram dadas aos participantes umas gotas em 2D, para pintar e impregnar com as suas mensagens ambientais os pequenos que, depois de prontas foram penduradas em árvores para que a arte e a mensagem esteja disponível para todos os que no futuro passem por ali.